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Com a presença de 80 participantes – deputados federais, representantes do Ministério da Agricultura, do Ministério do Meio Ambiente, do Banco do Brasil, das embaixadas dos EUA, da Alemanha e da Holanda, de organizações não-governamentais (ONGs) e empresariais do setor agrícola, realizou-se no dia 3 de abril, terça-feira, em Brasília, o 2º Seminário Anual do Programa Soja Plus, de melhoria da gestão da propriedade rural, criado em 2010. Neste ano, os organizadores do Soja Plus levaram para o seminário o tema dos desafios da adequação da legislação trabalhista na propriedade rural brasileira, que foi apresentado por Cristiano Zaranza, chefe da assessoria jurídica da CNA – Confederação Nacional da Agricultura. A falta de orientação ao produtor rural nessa área foi um dos temas que justificou a instituição do programa Soja Plus, que tem como principal objetivo sensibilizar, capacitar e oferecer assistência técnica para o produtor se adequar às rigorosas legislações socioambientais em vigor. O diretor executivo da Aprosoja MT, Marcelo Duarte, falou sobre os resultados do Soja Plus em 2011 e as ações que serão executadas em 2012. O superintendente do ARES – Instituto para o Agronegócio Responsável, Ocimar Villela, finalizou as apresentações, indicando a futura expansão do Soja Plus para outros estados brasileiros com tradição em sojicultura: Bahia, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. O Soja Plus apresenta uma metodologia de trabalho alicerçada em cinco módulos de gestão da propriedade rural: qualidade de vida no trabalho, melhores práticas de produção, viabilidade econômica, qualidade do produto e responsabilidade social. O programa é organizado pelas seguintes entidades: ABIOVE – Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, APROSOJA – Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso e SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Conta com os seguintes parceiros: Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia – AIBA, Associação Nacional de Exportadores de Cereais - ANEC, Fundação MT, Instituto para o Agronegócio Responsável - ARES, Embrapa-Soja, Instituto Algodão Social, SENAR-MT, SENAR-BA e Universidade Federal de Viçosa. Sucesso No início de 2012, o Soja Plus foi apresentado em dias de campo para 3.100 produtores rurais, pesquisadores e estudantes de 10 municípios do MT. Ainda em 2012, foram contratados supervisores de campo (engenheiros agrônomos e florestais) para orientar individualmente os produtores a adotarem práticas ambientais e sociais sustentáveis em suas fazendas. Os organizadores do Soja Plus escolheram Brasília para realizar o segundo seminário porque a capital federal pode proporcionar a desejada visibilidade que o programa pretende na fase atual. Brasília, sede do Executivo, do Legislativo, de organismos internacionais e embaixadas, é local ideal para divulgar as ações do Soja Plus. O Brasil e o mundo precisam conhecer aquele que pretende ser o melhor projeto em matéria de gestão da propriedade rural. Deputados federais presentes Ministério do Meio Ambiente Para mais informações sobre o Soja Plus, acesse www.sojaplus.com.br |
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Produção de soja sem desmatamento. Esta é a proposta do Soja Plus, acordo criado no inicio deste ano por representantes de produtores, exportadores e industria. Durante o evento desta terça, o programa foi apresentado ao publico em geral. O objetivo é atrair profissionais dispostos a atuar em grupos de trabalho para orientar produtores rurais no cultivo sustentável do grão. "O primeiro grupo de trabalho vai definir princípios e critérios, justamente os requisitos que os produtores têm que atender para receber certificados. E um outro grupo vai trabalhar a questão de Cadeia de Custódia e a possibilidade de uma certificação em grupo", afirmou o coordenador ambiental da Abiove, Bernardo Machado Pires. Para a devida operacionalização do Programa, a iniciativa passará por duas consultas públicas além de testes de campo nos Biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. A fase de elaboração do programa coincide com um momento de preços altos no mercado da soja, o que costuma aumentar o risco de avanço da cultura em áreas de floresta. Apesar da oscilação registrada esta semana, as cotações se mantém acima de US$10,00 na bolsa de Chicago e influenciam o mercado interno. O diretor-executivo da Associação dos Produtores de Soja do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Ricardo Arioli Silva, diz que a alta ajuda o produtor na tomada decisões. "Serviu muito bem para os produtores tomarem posições para a próxima safra. E essa tomada de posição, apesar do problema do dólar, facilita um pouco enxergar lá na frente o tamanho do lucro, o investimento. O produtor planta um pouco mais seguro com isso", acrescentou Bernardo Machado Pires. Clique aqui para acessar matéria do Canal Rural sobre o evento. |
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A produção de soja brasileira conta com um novo programa de gestão sócio-ambiental da propriedade rural O Soja Plus está sendo organizado pelas seguintes entidades: ABIOVE - Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, APROSOJA - Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso, ANEC - Associação Nacional dos Exportadores de Cereais e ARES - Instituto para o Agronegócio Responsável. A adesão ao Soja Plus será feita de forma voluntária e sua implementação seguirá um processo de melhoria contínua dos indicadores de sustentabilidade. Trata-se de um programa inclusivo cujo objetivo é a gestão sócio-ambiental das propriedades e a capacitação dos produtores nos seus diversos estágios de adequação sócio-ambiental, os quais estarão, ao final do processo, aptos a receber o selo de certificação do programa e de outras iniciativas existentes. Em síntese, o Soja Plus tem como proposta ser uma certificação simples e verificável, evitando assim custos e burocracia desnecessários, o que facilitará a sua implementação. Ao mesmo tempo, será capaz de atender aos anseios por uma produção sustentável de soja, o que beneficiará a todos os participantes e ao país pelo aumento das oportunidades econômicas, pela melhoria das condições sócio-ambientais e valorização da imagem da soja brasileira. O lançamento do Programa Soja Plus aconteceu no dia 6 de abril de 2010 no Maksoud Plaza Hotel, em São Paulo. O evento contou com café da amanhã de lançamento e entrevista coletiva. Participaram da entrevista coletiva do lançamento do programa Soja Plus, os seguintes representantes das instituições organizadoras e da SGS que auditou os testes de campo: Bernardo Pires - Engº Florestal - ABIOVE; Carlo Lovatelli - Presidente da ABIOVE; Felicio Aguiar - Presidente da Anec; Luis Eduardo - Gerente de Sistemas e Serviços de Certificação; Ocimar Villela - Superintendente do Instituto ARES; Ricardo Arioli - Diretor Aprosoja e Vanda Nunes - Gerente de Marketing e Produção da SGS. Clique aqui para mais informações sobre o Soja Plus |
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Realizada no dia 28 de julho de 2009 em Brasília, a teleconferência contou com a participação de audiência nacional e internacional. O video da teleconferência estará disponível para todos os interessados durante os próximos três meses no link abaixo. Após acessar o link, você deverá fazer um pequeno cadastro informando nome completo, e-mail e empresa para acessar o vídeo. Clique aqui para acessar a Teleconferência Internacional do 3º Aniversário da Moratória da Soja. |
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O ITAL Instituto de Tecnologia dos Alimentos divulgou em 15 de setembro que será apresentada no 45th Congress of the European Societies of Toxicology na Grécia a pesquisa coordenada por Mônica Rojo de Camargo que objetiva conhecer o nível de presença de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA) no óleo de soja refinado, compostos que podem ser cancerígenos. Em razão da repercussão da matéria na mídia brasileira e para evitar um entendimento equivocado da questão o ITAL publicou em 19 de setembro a nota de esclarecimentos apresentada a seguir, que destacou entre outras coisas: 1) Esta é a primeira fase da pesquisa. Não foi avaliado o nível de exposição do consumidor e seu eventual risco, considerando o nível de consumo do óleo de soja; 2) Os consumidores não precisam deixar de consumir o produto. Os profissionais envolvidos na pesquisa não deixarão de consumir o óleo de soja, posto que confiam na boa qualidade desses produtos e responsabilidade das empresas; 3) Não há motivos para alarme da população, nem da imprensa. A ABIOVE através da sua Comissão Técnica, composta por profissionais especializados do seu quadro associativo, manteve contato com a pesquisadora do ITAL, avaliou as informações disponíveis e concluiu pela total segurança do óleo de soja refinado, baseada nos seguintes fatos: 1) A divulgação da pesquisa do ITAL foi precipitada 2) Os HPAs são removidos no refino do óleo de
soja 3) Os produtos oleaginosos brasileiros se destacam
mundialmente pela qualidade 4) O óleo refinado de soja é totalmente seguro Fabio Trigueirinho
Nota de esclarecimento - Reportagem "ITAL detecta compostos cancerígenos no óleo de soja" 19/09/2008 - Tendo em vista a repercussão alcançada, a Assessoria de Comunicação do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL-APTA, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento), a Diretoria do Centro de Ciência e Qualidade dos Alimentos (CCQA) e a Diretoria Geral do ITAL gostariam de fazer alguns esclarecimentos. Alguns deles são relativos a aspectos já contemplados na reportagem, que aborda informações reais de resultados legítimos obtidos por um trabalho científico, e outros complementam tais informações. 1 - Essa pesquisa se deve ao fato de que existem poucas informações sobre a presença de HPAs (Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos) nos alimentos e, portanto, pouco se conhece sobre os risco que essa presença representa. A partir de estudos semelhantes é que se espera estabelecer o nível de exposição do consumidor a um produto e qual o risco dessa exposição, determinando a quantidade de HPAs encontrados e avaliando o nível de consumo daquele produto. O trabalho realizado cumpriu o primeiro objetivo com as amostras analisadas de óleo de soja. Os resultados obtidos fazem parte de uma geração de informações sobre o tema que envolve instituições do mundo todo, com vistas em avaliar a real dimensão dos HPAs na alimentação; 2 - A reportagem destacou o óleo de soja por ter sido o primeiro produto analisado com este objetivo no ITAL. Estudos posteriores serão feitos com outros alimentos; 3 - Os consumidores não precisam deixar de consumir o produto com base no resultado obtido na pesquisa; os profissionais envolvidos no trabalho, que utilizam o óleo de soja em sua alimentação declararam que não deixaram nem deixarão de fazê-lo, confiando na boa qualidade desses produtos e na responsabilidade das empresas do setor; 4 - As empresas que produzem óleo de soja no Brasil são, em geral, bastante responsáveis e seus produtos passam por rigoroso controle de qualidade antes de sua comercialização. Os resultados dos estudos científicos, como os que serviram de base para essa reportagem, devem ser utilizados como informações por essas empresas e para que elas aprimorem ainda mais um produto que já é de boa qualidade; 5 - Esclarecemos, por fim, que não há motivos para alarme da população nem da imprensa. Estamos à disposição para auxiliar na difusão de informações adicionais, precisas e baseadas em dados científicos. Comunicado extraído do site do ITAL - http://www.ital.sp.gov.br/ |
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Uma missão formada por representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag) e da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) apresentou a deputados europeus, em Bruxelas, as ações de sustentabilidade ambiental adotadas pelo agronegócio brasileiro, particulamente nas áreas de soja e etanol. O grupo esteve também em Berlim, Amsterdã, Roterdã, Haia e Arhnen. "Mostramos que assumimos nossas responsabilidades e estamos corrigindo falhas", afirmou Carlo Lovatelli, que acumula as presidências da Abag e da Abiove. Clique aqui para ver a apresentação (arquivo pdf - 1,8 Mb) |
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A ABIOVE - Associação Brasileira das Indústrias de óleos Vegetais apoiou e participou do seminário dos dois anos do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo que aconteceu no dia 17 de maio, em São Paulo, realizado pelo Instituto Ethos, OIT Brasil e Repórter Brasil. |
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| por Evaristo Eduardo de Miranda (*) | ||
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Há 8 mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o País detém 28,3%. Dos 64 milhões de km2 de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas primárias já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos os continentes desmataram, e muito, segundo estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais. A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A África possuía quase 11% e agora tem 3,4%. A Ásia já deteve quase um quarto das florestas mundiais, 23,6%, agora possui 5,5% e segue desmatando. No sentido inverso, a América do Sul, que detinha 18,2% das florestas, agora detém 41,4%, e o grande responsável por esses remanescentes, cuja representatividade cresce ano a ano, é o Brasil. Se o desflorestamento mundial prosseguir no ritmo atual, o Brasil - por ser um dos que menos desmatou - deverá deter, em breve, quase metade das florestas primárias do planeta. O paradoxo é que, ao invés de ser reconhecido pelo seu histórico de manutenção da cobertura florestal, o País é severamente criticado pelos campeões do desmatamento e alijado da própria memória. Na maioria dos países, a defesa da natureza é fenômeno recente. No Brasil, vem de longa data. Desde o século 16, as Ordenações Manuelinas e Filipinas estabeleceram regras e limites para exploração de terras, águas e vegetação. Havia listas de árvores reais, protegidas por lei, o que deu origem à expressão "madeira de lei". O Regimento do Pau Brasil, de 1605, estabeleceu o direito de uso sobre as árvores, e não sobre as terras. As áreas consideradas reservas florestais da Coroa não podiam ser destinadas à agricultura. Essa legislação garantiu a manutenção e a exploração sustentável das florestas de pau-brasil até 1875, quando entrou no mercado a anilina. Ao contrário do que muitos pensam e propagam, a exploração racional do pau-brasil manteve boa parte da mata atlântica até o final do século 19 e não foi a causa do seu desmatamento, fato bem posterior. Em 1760, um alvará real de dom José I protegeu os manguezais. Em 1797, uma série de cartas régias consolidou as leis ambientais: pertencia à Coroa toda mata à borda da costa, de rio que desembocasse no mar ou que permitisse a passagem de jangadas transportadoras de madeiras. A criação dos Juízes Conservadores, aos quais coube aplicar as penas previstas na lei, foi outro marco em favor das florestas. As penas eram de multa, prisão, degredo e até pena capital para incêndios dolosos. Também surgiu o Regimento de Cortes de Madeiras, com regras rigorosas para a derrubada de árvores, além de outras restrições à implantação de roçados. Em junho de 1808, dom João VI criou a primeira unidade de conservação, o Real Horto Botânico do Rio de Janeiro, com mais de 2.500 hectares, hoje republicanamente reduzido a 137 hectares. Uma ordem, de 9 de abril de 1809, deu liberdade aos escravos que denunciassem contrabandistas de pau-brasil e decreto de 3 de agosto de 1817 proibiu o corte de árvores nas áreas das nascentes do Rio Carioca. Em 1830, o total de áreas desmatadas no Brasil era inferior a 30 mil km2. Hoje se corta mais do que isso a cada dois anos. Em 1844, o ministro Almeida Torres propôs desapropriações e plantios de árvores para salvar os mananciais do Rio de Janeiro. Em 1861, pelo Decreto Imperial 577, de dom Pedro II, foi criada (e plantada) a Floresta da Tijuca. A política florestal da Coroa portuguesa e brasileira logrou, por diversos mecanismos, manter a cobertura vegetal preservada até o final do século 19. O desmatamento brasileiro é fenômeno do século 20. Em São Paulo, Santa Catarina e Paraná, a marcha para o oeste trouxe grandes desmatamentos. As florestas de araucárias foram entregues pela Ré-pública aos construtores anglo-americanos de ferrovias, juntamente com as terras adjacentes. Na Amazônia, a maior ocupação ocorreu na segunda metade do século 20 com migrações, construção de hidrelétricas, estradas e outras infra-estruturas. Há 30 anos, o desmatamento anual varia de 15 mil a 20 mil km2, com picos de 29 mil e 26 mil km2 em 1995 e 2003. Nos últimos dois anos, passou a 11 mil km2, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Apesar de generalizações equivocadas, o desmatamento brasileiro não produziu desertos. Como na Europa, as florestas cederam lugar à agricultura moderna e competitiva, à pecuária, às florestas plantadas (seringa, café, eucalipto, laranja, teca...) e às cidades. O Brasil é um líder agrícola mundial. O estudo da Embrapa indica que, apesar do desmatamento dos últimos 30 anos, o Brasil é um dos países que mais mantêm sua cobertura florestal. Dos 100% de suas florestas originais, a África mantém hoje 7,8%, a Ásia 5,6%, a América Central 9,7% e a Europa - o pior caso do mundo - apenas 0,3%. Embora se deva mencionar o esforço de reflorestar para uso turístico e comercial, não é possível ignorar que 99,7% das florestas primárias européias foram substituídas por cidades, cultivos e plantações comerciais. Com invejáveis 69,4% de suas florestas primitivas, o Brasil tem grande autoridade para tratar desse tema ante as críticas dos campeões do desmatamento mundial, como tem proclamado o ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes. Há que ter também responsabilidade para reavivar, por meio de políticas e práticas duradouras, a eficácia das medidas históricas de gestão e exploração que garantiram a manutenção das florestas primárias brasileiras. |
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| (*) Evaristo Eduardo de Miranda, doutor
em Ecologia, é chefe geral da Embrapa Monitoramento por Satélite E-mail: mir@cnpm.embrapa.br Artigo publicado no jornal Estado de S.Paulo, em 17/01/2007 |
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Os resultados do segundo levantamento acerca do estado das artes do plantio direto no Brasil foram divulgados pelo presidente da Agrisus, Fernando Penteado Cardoso, durante o X Encontro Nacional do Plantio Direto. Para ler a íntegra da palestra apresentada durante o evento visite: http://www.agrisus.org.br/noticias.asp?cod=157 |
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